Crocitares Eletrônicos #43 – Japão (África) Livre

2 Postado por - 14/05/2013 - Crocitares Eletrônicos, obailetodo, Podcasts
[In Hokkaido: The Customs of Ainu (c.1910), de Ana y Esteban. Compartilhado sob a licença Creative Commons]

Se o plano A não funcionar, o alfabeto tem 25 mais letras – 204 se você está no Japão.

Claire Cook

 

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1. Kousuke Atari – 在水一方
2. Akeboshi – Faerie Punks (3:11)
3. Kitaro – Japanese Drums (3:23)
4. Megumi Hayashibara – Ryuusei
5. Yoko Kanno – Inner Universe
6. Charan Po Rantan and Yukai Na Kankanbarukan – Musutafa
7. Hiromitsu Agatsuma – Yuu
8. Kohmi Hirose – Moon-Rocket
9. Denki Groove – N.O.
10. The Seatbelts – The Real Folk Blues
11. Ishikawa Sayuri – Kaze no Bon Koiuta
12. Takahashi Chikuzan – Tsugaru jonkara bushi
13. Kunaicho Gakubu – Motomeko No Uta
14. Pizzicato Five – Room Service
15. Cicala-Mvta – Pillow Walk
16. Makoto Kubota & The Sunset Gang – Hasai Ojisan
17. Ichimaru – Shamisen Boogie Woogie
18. Yuri Akemi – Rumba Tokio
19. Hibari Misora – Hiyorigeta
20. Yasunori Honda – Riding in Your Valkyrie
21. Yasushi Ishii – Japanese Alphabet Road With Chinese Bellflower’s Sweet Smell
22. Yoshida Brothers – Labyrinth (Modern Second Movement)
23. BEGIN – Sanshin No Hana
24. Shoukichi Kina & Champloose (part. Ry Cooder) – Jing Jing
25. Phi – Knife of Romance (OVA Version)
26. Ayame Band – Hiyami Kachi Bushi
27. L’Arc~en~Ciel – Hoshizora
28. The Pillows – Happy Bivouac
29. Gontiti – Snow Flower
30. Soh Daiko Taiko Drum Ensemble – Hiryu San-Dan-Gaeshi

Essa foi difícil e não sei se fui bem sucedido com minha solução: eu adoro música africana, e adoro a proposta bem acadêmica do África Livre (mas ainda assim, bem descolada, ao estilo de um relato de viagem). Era só o problema que eu não podia fazer jus a proposta: eu entendo de música africana, certamente, mas é um conhecimento enlatado de muitos Rough Guides e Putamayos, ou ainda de músicos que trabalharam com músicos brasileiros. E para traduzir a influência da música africana pelo mundo, temos o maravilhoso Negra Melodia, de Vine Aleixo. Então pensei: já que não vou me igualar a proposta, porque não me concentrar na idéia de uma música exótica, reduzir a área geográfica e dar um panorama mais geral. Assim, eu peguei algo que eu gosto bastante e fiz esse Japão Livre. Como o caro Marcos Dias Coelho se professa um apreciador de música africana, e infelizmente é um dos meus colegas de Na Lupa que eu não tive a oportunidade de conhecer, não sei o que ele vai achar desses pops eletrônicos extremos misturados com músicas atonais regionais e tudo mais que se encontra no meio. No entanto, aqui está, em recohecimento de que seu trabalho no Na Lupa é impossível de ser imitado.

1 comentário

  • Romario 15/05/2013 - 8:42 pm Responder

    Não ouvi todas no momento, mas as primeiras são belas tanto no voz quanto no uso dos instrumentos. Vou escutar com prazer as outras.

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