TOP 10 – MÚSICAS POR BUTCHER BILLY

1 Postado por - 25/03/2014 - Audio, Música, obailetodo, Video

Bily Mariano da Luz é Butcher Billy (ou em tradução literal, “Açougueiro Billy”), um designer de Curitiba/Brasil com vários trabalhos em que adota mash-ups (processo artístico de criação a partir de outras obras já existentes, por meio da mistura, combinação, modificação e edição de trechos de duas ou mais dessas obras).

Billy tem no portfólio séries curiosas como: “Os Bebês de Laranja Mecânica”, “Punk Super Mario Bros.”, “A Legião dos Super Vilões da Vida Real”, “Grunge Street Fighters”, “Dead Rockers, Modern Times” entre muitos outros excelentes e únicos projetos.

Graças às redes sociais, as suas séries já estamparam vários sites e jornais de todo o mundo, entre os quais The Huffington PostNME e MTV. Além de ter seus trabalhos compartilhados pelos próprios artistas que lhe inspiram, como o Prodigy!

“Minhas referências temporais preferidas são períodos em que a tecnologia não fazia parte do processo criativo, como o design dos anos 1970 até o começo dos 1990. Meus verdadeiros ídolos são os que faziam isso antes do advento da web, ou que a transcendem sem se limitar a ela. Salvador Dali, Jack Kirby, Robert Crumb, Andy Warhol, Banksy, D*Face, Kidult, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Tim Burton. No Brasil, Angeli, Laerte, Fernando Gonsales e Carlos Zéfiro são alguns.”
No fim do post tem alguns trabalhos de Butcher Billy (clique na imagem para ampliar)

TOP 10

“Love Will Tear Us Apart” Joy Division

Se fizessem um filme sobre a minha vida (o que eu imagino que não seria lá muito interessante), a música que tocaria no final, quando os créditos começassem a subir, seria indubitavelmente essa. Em outras palavras, mais mórbidas, quando eu morrer esse é o som que vai tocar quando eu estiver vendo a minha vida passar pelos meus olhos.

 

“Blue Monday” New Order

Descobrir Joy Division e New Order foi a primeira pista de que eu me tornaria um aficionado pelo que se convencionou a chamar de “Manchester Sound” e por toda a história por trás da Factory Records de Tony Wilson, Haçienda, etc. Blue Monday é mais do que uma música perfeita, é a ponte entre estilos cuja fusão é basicamente tudo o que apareceu na música pop desde então. Mas outra Blue Monday nunca ninguém conseguiu fazer – nem mesmo o próprio New Order.

 

“This Charming Man” The Smiths

Difícil escolher uma só de Smiths. A verdade é que Morrissey pode tentar o quanto quiser, mas é só na parceria com Johnny Marr que saem sons perfeitos como esse. O impacto do pouco que ele fizeram juntos se tornou tão grande que foi o suficiente pra deixar uma marca na cultura pop pra sempre.

 

“Rise” Public Image Limited

Quando escutei esse som pelas primeiras vezes achei o vocal bastante familiar, mas nunca imaginaria que fosse o John Rotten dos Sex Pistols. Passado o choque inicial, achei foda ele ter mudado radicalmente de estilo, e a partir daí comecei a pesquisar e curtir cada vez mais o post-punk.

 

“Smack My Bitch Up” The Prodigy

Minha cabeça explodiu quando vi e ouvi esses caras pela primeira vez – eu estava começando a frequentar clubs na metade dos anos 90 e a ideia de punks misturando rock, música eletrônica, hip hop e etc. me atingiu como um míssil. Esse impacto da época se reflete até hoje nos meus mashups visuais.

 

“London Calling” The Clash

O punk é um dos meus estilos musicais preferidos, e Londres fez parte da minha vida durante muito tempo – ainda hoje a Inglaterra continua na veia – nada mais natural do que esse som ser um dos meus preferidos.

 

“The Universal” Blur

Esse som, assim como muitos outros que me atraem, também tem cara de trilha sonora da minha vida – ainda mais depois que eu assisti ao clipe, com influências claras de Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick.

 

“Anarchy in the UK” Sex Pistols

Eu considero Sex Pistols muito mais como um experimento genial de Malcom McLaren do que qualquer outra coisa – e atesta uma preferência minha, desde antes de eu perceber isso de maneira efetiva, de que eu naturalmente sigo muito mais o trabalho de produtores do que de artistas propriamente ditos.

 

“Cities in Dust” Siouxsie and the Banshees

Antes mesmo de escutar o som, na pré-adolescência, eu já era fascinado pelo visual dela – quando ouvi aquela voz poderosa nessa música, aí é que me apaixonei de vez. Quando bateu a puberdade eu lembro de procurar garotas que tivessem algo de Siouxsie, Bettie Page e Elvira. E o melhor: assisti um show recente na TV esses dias e ela nunca esteve melhor.

 

“Where is My Mind” Pixies

Tenho um fraco por trilhas sonoras desde sempre – provavelmente pelo poder sugestivo da união do som e imagem. Quando se consegue unir uma música animal como essa com uma sequência como a do final de Fight Club, aí a coisa se torna imbatível. É assim que se arranja lugar eterno no imaginário coletivo da cultura pop.


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1 comentário

  • top caricatura de noivos 26/01/2016 - 4:59 pm Responder

    Meu trabalho como desenhista não tem muito a ver com o do Billy, mas o admiro muito! É uma grande inspiração esse segmento da cultura pop.

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